PARASITAS

PARASITAS
BIBLIOGRAFIA
01- Cartilhas da natureza – pág. 141 02 – Evolução em dois mundos – pág. 117
03 – Mediunidade & medicina – pág. 61 04 – Obsessão e desobsessão – pág. 50, 78
05 – Pão nosso – pág. 75 06 – Saúde e Espiritismo – pág. 179, 182
LEMBRETE: O NÚMERO DA PÁGINA PODE VARIAR DE ACORDO COM A EDIÇÃO DA OBRA CITADA.

PARASITAS – COMPILAÇÃO

02 – Evolução em dois mundos – André Luiz – pág. 117

“PARASITAS OVÓIDES” — Inúmeros infelizes, obstinados na idéia de fazerem justiça pelas próprias mãos ou confiados a vicioso apego, quando desafivelados do carro físico, envolvem sutilmente aqueles que se lhes fazem objeto da calculada atenção e, auto-hipnotizados por imagens de afetividade ou desforço, infinitamente repetidas por eles próprios, acabam em deplorável fixação mo-noideística, fora das noções de espaço e tempo, acusando, passo a passo, enormes transformações na morfologia do veículo espiritual, porquanto, de órgãos psicossomáticos retraídos, por falta de função, assemelham-se a ovóides, vinculados as próprias vítimas que, de modo geral, lhes aceitam, mecanicamente, a influenciação, à face dos pensamentos de remorso ou arrependimento tardio, ódio voraz ou egoísmo exigente que alimentam no próprio cérebro, através de ondas mentais incessantes.

Nessas condições, o obsessor ou parasita espiritual pode ser comparado, de certo modo, à Sacculina carcini, que, provida de órgãos perfeitamente diferenciados na fase de vida livre, enraiza-se, depois, nos tecidos do crustáceo hospedador, perdendo as características morfológicas primitivas, para converter-se em massa celular parasitária. No tocante à criatura humana, o obsessor passa a viver no clima pessoal da vítima, em perfeita simbiose mórbida, absor­vendo-lhe as forças psíquicas, situação essa que, em muitos casos, se prolonga para além da morte física do hospedeiro, conforme a natureza e a extensão dos compromissos morais entre credor e devedor.

PARASITISMO E REENCARNAÇÃO
Nas ocorrências dessa ordem, quando a decomposição da vestimenta carnal não basta para consumar o resgate preciso, vítima e verdugo se equiparam na mesma gama de sentimentos e pensamentos, caindo, além-túmulo, em dolorosos painéis infernais, até que a Misericórdia Divina por seus agentes vigilantes, após estudo minucioso dos crimes cometidos, pesando atenuantes e agravantes, promove a reencamação daquele Espírito que, em primeiro lugar, mereça tal recurso.

E, executado o projeto de retorno do beneficiário, a regressar do Plano Espiritual para o Plano Terrestre, sofre a mulher, indicada por seus débitos à gravidez respectiva, o assédio de forças obscuras que, em muitas ocasiões, se lhe implantam no vaso genésico por simbiontes que influenciam o feto em gestação, estabelecendo-se, desde essa hora a inicial da nova existência, ligações fluídicas através dos tecidos do corpo em formacão, pelas quais a entidade reencarnte, a partir da infância, continua enlaçada ao companheiro ou aos companheiros menos felizes, que integram com ela toda uma equipe de almas culpadas em reajuste.

Desenvolve-se-lhe, então, a meninice e retorna à juvenilidade das energias físicas, padecendo, porém a influência constante dos assediantes, até que, frequentemente por intermédio de uniões conjugais, em que aprovação emoldura o amor, ou em circunstâncias difíceis do destino, lhes ofereça novo corpo na Terra, para que, como filhos de seu sangue e de seu coração, lhes devolva em moeda de renúncia os bens que lhes deve, desde o passado próximo ou remoto.

Em tais fatos, vamos anotar situações quase idênticas às que são provocadas pelos parasitas heteroxênicos, porquanto, se os adversários do Espíririto reencarnado são em maior número, atuam, muitos deles, à feição dos tripanossomas, tomando os filhos de suas vítimas e afins dele próprios, por hospedeiros intermediário das formas-pensamentos deploráveis que arremessam de si, alcançando em seguida, a mente dos pais ou hospedeiros definitivos, a inocular-lhes perigosos fluidos sutis, com que Ihe infernizam as almas muitas vezes até à ocasião da própria morte.

05 – Pão nosso – Emmanuel – pág. 75

32. CADÁVERES
“Pois onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão as águias”. (Mateus, 24:28)
Apresentando a imagem do cadáver e das águias, referia-se o Mestre à necessidade dos homens penitentes, que precisam recursos de combate à extinção das sombras em que se mergulham.

Não se elimina o pântano, atirando-lhe flores. Os corpos apodrecidos no campo atraem corvos que os devoram. Essa figura, de alta significação simbólica, é dos mais fortes apelos do Senhor; conclamando os servidores do Evangelho aos movimentos do trabalho santificante.

Em vários círculos do Cristianismo renascente surgem os que se queixam, desalentados, da ação de perseguidores, obsessores e verdugos visíveis e invisíveis. Alguns aprendizes se declaram atados à influência deles e confessam-se incapazes de atender aos desígnios de Jesus.

Conviria, porém, muita ponderação, antes de afirmativas desse jaez, que apenas acusam os próprios autores. É imprescindível lembrar sempre que as aves impiedosas se ajuntarão em torno de cadáveres ao abandono. Os corvos se aninham noutras regiões, quando se alimpa o campo em que permaneciam.

Um homem que se afirma invariavelmente infeliz fornece a impressão de que respira num sepulcro; todavia, quando procura renovar o próprio caminho, as aves escuras da tristeza negativa se afastam para mais longe. Luta contra os cadáveres de qualquer natureza que se abriguem em teu mundo interior. Deixa que o divino sol da espiritualidade te penetre, pois, enquanto fores ataúde de coisas mortas, serás seguido, de perto, pelas águias da destruição.

06 – Saúde e Espiritismo – A.M.E. Brasil – pág. 179, 182

INFECÇÕES FLUIDICAS
Da mesma maneira como existem infecções orgânicas, acontecem também as fluídicas, resultantes do desequilíbrio mental.O Instrutor Aniceto, em conversa com André Luiz, argumenta: “se temos a nuvem de bactérias produzidas pelo corpo doente, temos a nuvem de larvas mentais produzidas pela mente enferma, em identidade de circunstâncias. Desse modo, na esfera das criaturas desprevenidas de recursos espirituais, tanto adoecem corpos, como almas”.

Os homens não têm preparo quase nenhum para a vida espiritual. Em geral, não têm a mínima idéia de que “a cólera, a intemperança, os desvarios do sexo, as viciações de vários matizes, formam criações inferiores que afetam profundamente a vida íntima”. E cada uma dessas viciações da personalidade produz as larvas mentais que lhe são consequentes, contaminando o meio ambiente, onde quer que o responsável pela sua produção circule ou estagie. Elas não têm forma esférica, nem são do tipo bastonete, como as bactérias biológicas, entretanto, formam colónias densas e terríveis.

E tal qual acontece no plano físico, o contágio também pode verificar-se na esfera psíquica. Na condição de parasitismo mental, as larvas servem de alimento habitual, porque são portadoras de vigoroso magnetismo animal. Para nutrir-se desse alimento, “bastará ao desencarnado agarrar-se aos companheiros de ignorância, ainda encarnados, qual erva daninha aos galhos das árvores, e sugar-lhes a substância vital”.

Dentro do estudo a que nos propomos, temos de considerar também a produção dos espíritos inferiores desencarnados. As “substâncias” destrutivas, produzidas dentro do quimismo que lhes é próprio, atingem os pontos vulneráveis de suas vítimas. Esse produtos, conhecidos como simpatinas e aglutininas mentais, têm a propriedade de modificar a essência do pensamento dos encarnados, que vertem contínuos, dos fulcros energéticos do tálamo, no diencéfalo.

Esse ajuste entre desencarnados e encarnados é feito automaticamente, em absoluto primitivismo nas linhas da Natureza. Os obsessores tomam conta dos neurônios do hipotálamo, “acentuando a dominação sobre o feixe amielínico que o liga ao córtex frontal, controlando as estações sensíveis do centro coronário que aí se fixam para o governo das excitações, e produzem nas suas vítimas, quando contrariados em seus desígnios, inibições de funções viscerais diversas, mediante influência mecânica sobre o simpático e o parassimpático”.

Temos aí um intrincado processo de vampirismo, que leva as vítimas ao medo, à guerra nervosa, alterando-lhes a mente e o corpo. É possível compreender, assim, os casos de possessos, relatados nos Evangelhos, que se curaram de doenças físicas, quando os Espíritos inferiores, que os subjugavam, foram retirados pela ação curadora de nosso mestre Jesus ou dos apóstolos.

Por enquanto, os médicos estão às voltas com a extensa variedade de microorganismos patogênicos que devem combater, diuturnamente. Mas, no futuro, “a medicina da alma absorverá a medicina do corpo. Poderemos, na atualidade da Terra, fornecer tratamento ao organismo de carne. Semelhante tarefa dignifica a missão do consolo, da instrução e do alívio. Mas, no que concerne à cura real, somos forçados a reconhecer que esta pertence exclusivamente ao homem-espírito”.

FIXAÇÃO MENTAL
A fixação mental representa a aderência do pensamento a um objeto (ser ou coisa), impedindo-lhe o fluxo normal e cristalizando-o de maneira que se lhe obsta qualquer modificação. Diferencia-se da concentração mental, porque, nesta, a fixação da atenção ocorre de modo deliberado, temporariamente.

Nos casos de fixação mental, o indivíduo não consegue afastar a atenção de um determinado alvo, sendo a amnésia uma das consequências desse estado psicopatológico. ” A idéia aflitiva ou obcecante nos corrói a vida mental, levando-nos afixação”. O Espírito não se interessa por outro assunto a não ser aquele que o empolga, que é a sua própria ociosidade, a sua própria dor, ou o seu próprio ódio. Assim, paixão ou desânimo, crueldade ou vingança, ciúme ou desespero, enfim, qualquer grande perturbação interior pode imobilizar-nos por tempo indeterminado.

Aprendemos com os Espíritos que quase todas as perturbações congênitas da mente estão relacionadas com as fixações que a antecederam na volta ao mundo. Aqueles que fracassaram, retornam à vida terrena fazendo parte da vasta área dos neuróticos, dos loucos, dos mutilados, dos feridos e dos enfermos de toda casta. “E só as lutas na carne vão processando a ‘extroversão’ indispensável à cura das psicoses de que são portadores”.

É preciso esclarecer que fixação mental, monoideísmo e parasita ovóide estão absolutamente imbricados, porque são estágios diferen­tes do mesmo processo. Na verdade, a fixação mental leva ao monoideísmo que, por sua vez, leva ao parasita ovóide.
Confessamos a nossa dificuldade em classificar os processos obsessivos, porque as diferentes modalidades estão profundamente entrelaçadas. Mas, essa tentativa de classificação é um esforço inicial, e deve ser melhorada por todos quantos se dediquem ao estudo das obsessões.

Recomendamos para estudo da fixação mental o Caso Antônio Olímpio. De forma resumida, podemos dizer que Antônio Olímpio assassinou os dois irmãos para apossar-se, sozinho, da herança dos pais. O crime foi praticado à noitinha, em um lago, e não foi descoberto pela polícia terrena, que considerou as mortes acidentais. Mas a cena continua a martelar diuturnamente a cabeça de Antônio Olímpio, após a sua desencarnação. O complexo de culpa faz com que reviva as cenas, repetidamente:

“Emmeu pensamento (…) vejo apenas o barco no crepúsculo sinistro (…) ouvindo os brados de minhas vítimas (…) que soluçam e gargalham estranhamente (…) Ai de mim! (…) estou preso à terrível embarcação (…) sem que me possa desvencilhar (…) Quem me fará dormir ou morrer? (…)” Mesmo recolhido à Mansão Paz, posto de socorro do mundo espiritual, Antônio Olímpio permanece prisioneiro da fixação mental.

PSICOPATOLOGIAS DO CORPO ESPIRITUAL (PERISPÍRITO)
Monoideísmo
O homem selvagem emprega a força e a astúcia para dominar os seres inferiores e a natureza à sua volta, mas não tem preparo algum para enfrentar o grande desconhecido que se descortina, para ele, após a morte física.”O espetáculo da vastidão cósmica perturba-lhe o olhar e a visita de seres extraterrestres mesmo benevolentes e sábios, infunde-lhe pavor, crendo-se à frente de deuses bons ou maus, cuja natureza ele próprio se incumbe de fantasiar, na exiguidade das próprias concepções”.

Assim, depois do óbito, permanece, tímido, ao pé dos seus, em cuja companhia passa a viver em outras condições vibratórias, em processos variados de simbiose, ansioso por voltar à existência corpórea. Mantém-se, assim, vinculado à choça, aos seus, e “não tem outro pensamento senão voltar – voltar ao convívio revitalizante daqueles que lhe usam a linguagem e lhe comungam os interesses”.
Tal qual as bactérias que se transformam em esporos, quando as condições do meio lhe são adversas, tornando-se imóveis e resistentes ao ambiente, durante anos a fio, assim também, o espírito do selvagem perde os órgãos do corpo espiritual, que se lhe atrofiam por falta de função.

Isso porque estabelece-se em seu íntimo o monoideísmo, a idéia fixa de voltar para a carne, e esse desejo eclipsa todos os demais. Dá-se, então, o que André Luiz chama de monoideísmo auto-hipnotizante, provocado por pensamento fixo-depressivo, nascido de sua inadaptação ao mundo extrafísico. Por esse processo, o desencarnado perde o seu corpo espiritual, transformando-se em ovóide, forma pela qual expressa o seu corpo mental.

No monoideísmo, o núcleo da visão profunda, no centro coronário, sofre disfunção específica pela qual o Espírito contemplará tão-so-mente os quadros terríficos relacionados com as culpas contraídas. Tudo o mais ele deixa de observar. Vejamos o caso de Leonardo Pires, desencarnado há vinte anos, vive, agora, na casa da neta, Antonina. Apresenta-se como um velhinho, conforme seus últimos dias terrestres. A mente dele, porém, está fixada nos lances da última existência, em recordações que o obsecam.

Quando jovem, foi empregado do marechal Guilherme Xavier de Souza e, hoje, conserva a mente detida num crime de envenenamento, que cometeu quando integrava as forças brasileiras acampadas em Piraju, no Paraguai. Enciumado, sentindo-se preterido pela mulher leviana com a qual se relacionava, por causa de um colega de farda, Leonardo idealizou o crime e executou-o, utilizando vinho envenenado. Como as tropas deveriam seguir rumo ao Paraguari, o caso foi encerrado, sem maiores investigações.

Leonardo seguiu em frente, convivendo por algum tempo com a mulher que fora pivô do crime, mas, de regresso ao Brasil, casou-se, deixando vários descendentes, entre os quais, Antonina. No leito de morte, reconheceu que a lembrança do crime castigava-lhe o mundo íntimo, centralizando todos os episódios apenas nesse.

No além, o monoideísmo persistiu. Com o olhar de louco, segue a única imagem que se lhe vitaliza, a cada dia, na memória, ao influxo da própria consciência que se considera culpada. Como ensinam os Espíritos Reveladores a Allan Kardec : “a lei de Deus está inscrita na consciência”. E ninguém pode ludibriá-la, impunemente.

Parasitas Ovóides
Há Espíritos que perdem a forma humana de apresentação do seu Perispírito, surgindo como esferas ovóides. “Pela densidade da mente, saturada de impulsos inferiores, não conseguem elevar-se e gravitam em derredor das paixões absorventes que, por muitos anos, elegeram em centro de interesses fundamentais”.

Inúmeros desencarnados, empolgados pela idéia de fazerem justiça com as próprias mãos ou apegados a vícios aviltantes, por repetirem infinitamente, essas imagens degradantes, acabam em deplorável fixação monoideística, fora das noções de espaço e tempo, sofrendo, então, enormes transformações na morfologia do psicossoma. Por falta de função, os órgãos psicossomáticos ficam retraídos, e surge a forma ovóide.

Atingida essa forma permanecem colados àqueles que foram seus sócios nos crimes, obedecendo à orientação das inteligências que os entrelaçam na rede do mal. Por isso servem às empreitadas infelizes nos processos de obsessão. Nas regiões inferiores, onde André Luiz esteve, em missão de paz, em companhia do instrutor Gúbio, e que estão descritas no extraordinário livro Libertação, grande número de entidades transportavam essas esferas, como se estivessem imantadas às suas próprias irradiações.

O médico desencarnado explicou que esses ovóides são pouco maiores que um crânio humano, variando muito nas particularidades; alguns denunciam movimento próprio, como se fossem grandes amebas, outros parecem em repouso, aparentemente inertes, ligados ao halo vital de outras entidades. Qual a situação psíquica desses ovóides? A maioria deles dorme em estranhos pesadelos, incapazes de exteriorizações maiores.

ALTERAÇÕES E DEFORMAÇÕES DO CORPO ESPIRITUAL
Ao lado de espíritos que já conquistaram belas vestes de apresentação, encontramos outros cujos psicossomas revestem-se de verdadeiras deformidades. No livro Libertação, André Luiz teve oportunidade de constatar, de forma inesperada, um caso com essas alterações.

A senhora de um médico revelava extremo cuidado com a aparência externa, apresentando-se sempre muito bem penteada e maquiada, no entanto, o médico desencarnado teve oportunidade de vê-la como autêntica bruxa, igual à dos contos infantis, quando, pela ação do sono, o seu Perispírito desprendeu-se do corpo físico. As aparências enganam.

Em Evolução em Dois Mundos, André Luiz utiliza a nomenclatura corrente no mundo espiritual para designar as diversas alterações do psicossoma, consequentes a patologias mentais diferentes. Adinamia seria a queda mental no remorso; Hiperdinamia a patologia consequente aos delírios da imaginação, provocando hipo ou hipertensão no movimento circulatório das forças que o mantêm.

Utiliza também a denominação Miopraxia do Centro Genésico Atonizado para designar a patologia do organismo sutil no caso do aborto provocado, que seria a arritmia do chacra responsável pela organização das energias sexuais.

Em Ação e Reação, nos trabalhos de socorro da Mansão Paz, estabelecimento situado nas regiões inferiores, mas que permanece sob a jurisdição da cidade Nosso Lar, foi recolhido um desencarnado, cujo rosto era disforme, todos os traços se confundiam, qual se fosse uma esfera estranha e, além disso, seus braços e pernas eram hipertrofiados, enormes.

Depois de consultá-lo, o instrutor Druso afirmou que o desencarnado em questão encontrava-se sob terrível hipnose, tendo sido conduzido a essa posição por adversários temíveis, que, decerto, para torturá-lo, fixaram-lhe a mente em alguma penosa recordação. Era Antonio Olimpio, o fazendeiro que assassinara os dois irmãos e cujo crime passou despercebido da justiça humana. Sua história está também no estudo da fixação mental. (…)

LEMBRETE:

PARASITISMO ESPIRITUAL: O parasitismo espiritual (ou vampirismo) é um processo grave de obsessão que pode ocasionar sérios danos àquele que se faz hospedeiro (o obsidiado), levando-o à loucura ou até mesmo à morte. Suely C. Schubert

PARASITOSE ESPIRITUAL: Assim, os Espíritos que se encontram muito apegados às sensações materiais prosseguem, após o túmulo, a buscar sofregamente os gozos em que se compraziam. Para usufruí-los, vinculam-se aos encarnados que vibram em faixa idêntica, instalando-se então o comércio das emoções doentias. Por outro lado, os obsessores, por vingança e ódio, ligam-se às suas vítimas com o intuito de absorver-lhes a vitalidade, enfraquecendo-as e exaurindo-as, para conseguirem maior domínio. Idêntico procedimento têm os desencarnados que se imantam aos seres que ficaram na Terra e que são os parceiros de paixões desequilibrantes. Ressalte-se que existem aqueles que, já libertos do corpo físico, ligam-se, inconscientemente, aos seres amados que permanecem na crosta terrestre, mas sem o desejo de fazer o mal. E, mesmo entre os encarnados, pessoas existem que vivem permanentemente sugando as forças de outros seres humanos, que se deixam passivamente dominar. Essa dominação não fica apenas adstrita à esfera física, mas (…) intensifica-se durante as horas de sono. Quando mais profunda or esta sintonia maior será a vampirização. Em qualquer dos casos configura-se perfeitamente a parasitose espiritual (…) Também aqueles que se aproveitam do trabalho alheio – em regime de quase escravidão – pagando a essas criaturas salários de fome, que as colocam em condições subumanas, exercem, de certa forma, a parasitose. Suely C. Schubert

Edivaldo

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