A Banalização do Mal – Tony Bellotto

Diariamente....

A banalização do mal

Tony Bellotto

Comentamos com ar distraído sobre como estamos todos “anestesiados” pela violência e de como perdemos a capacidade de nos chocar e nos surpreender por ela

1. Em 1961 a filósofa alemã naturalizada americana Hannah Arendt acompanhou — enviada pela revista “The New Yorker” — o julgamento do nazista Adolf Eichmann em Israel, acusado de genocídio e crimes contra a Humanidade durante a guerra. Dois anos depois ela lançou um livro baseado em suas observações, “Eichmann em Jerusalém”, em que surge a expressão banalidade — ou banalização — do mal. Segundo Arendt, o mal, quando atinge grupos sociais, é político e ocorre onde encontra espaço institucional. A banalidade do mal se instala no vácuo do pensamento, trivializando a violência.
“Passa o suco, por favor.”
2. Arendt concluiu que Alfred Eichmann não era um sujeito especialmente antissemita nem particularmente perverso. Era só um odioso burocrata cumprindo…

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Sobre aricarrasco

sou simples mas co objetivos e convicções definidos.
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